Ingredientes para o doce de banana 6 bananas maduras 1/2 xícara de açúcar 5 colheres de sopa de água quente
Ingredientes para o creme 1/2 litro de leite 1 lata de leite condensado 2 gemas 1 colher de sopa de manteiga 4 colheres de sopa de maizena 10 gotas de extrato de baunilha
Ingredientes para a cobertura 2 Claras de ovo 4 colheres de sopa de açúcar Raspas de limão
Modo de fazer DICA: Facas com lâminas feitas de cerâmica não reagem com a acidez de alguns alimentos e também não enferrujam. São bem mais leves para usar e mantém o sabor natural dos alimentos além de não escurecer frutas, legumes e verduras. DICA: Para evitar o cheiro de ovo no creme, retire a película que envolve as gemas. Sugestão: Ligue o fôrno em 150°C para ir aquecendo. DICA: Não coloque o açúcar todo de uma vez para evitar que o suspiro perca o ponto e fique mole. DICA: Deixe o suspiro assar bem, porém sem queimar, caso contrário ele irá murchar depois que esfriar. | |||||||||||||||||||||
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Doce de Banana com Creme
Doce de banana
Esse doce é uma ótima opção para aproveitar aquelas bananas que passaram do ponto. Sobrou uma ou duas bananinhas, mande ver nesta receita que é muito simples, rápida e gostosa. Ele é tão gostoso que vale separar bananas para prepará-lo e não apenas aguardar que elas sobrem.
A receita é uma pequena adaptação do doce de banana caseiro que minha mãe sempre fez. A única diferença é que usei açúcar mascavo no lugar do branco. Como usei o mascavo, optei por não fazer um caramelo antes de adicionar as bananas e adicionei o açúcar direto na panela junto com as bananas. Se você preferir usar o açúcar branco, leve primeiro ele ao fogo e deixe ele virar um caramelo e então adicione as bananas. Ele irá endurecer na hora em que você colocar as bananas, mas derreterá novamente depois.
Há diversas maneiras usar bananas em receitas deliciosas. Algumas outras sugestões:
- Um bolo saborosíssimo que fiz de um livro holandês, o Bolo de banana com tâmaras e mel:
- Um bolo delicioso e super saudável, rico em fibras, o Bolo de banana e aveia:
- Uma receita da minha família que adoro, torta de banana:
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
No Brasil
A banana é o segundo fruto mais produzido e consumido no Brasil, segundo país no ranking da produção mundial, tanto como sobremesa como acompanhamento nas refeições, ainda que ocupe apenas 0,87% do total das despesas de alimentação dos brasileiros em geral (daí a expressão "a preço de banana" para referir que algo é pouco dispendioso). A maior parte da produção provém do Nordeste do país, onde é produzido 34% do volume total nacional, seguido das Regiões Norte (26%), Sudeste (24%), Sul (10%) e Centro-Oeste (6%). Ao todo, a área plantada é de cerca de 520 000 ha. Em termos gerais, ainda que as condições naturais permitam uma produção de alta qualidade, é corrente afirmar que existe baixa eficiência na produção e no manejo pós-colheita.
CULTURA
Uma das situações cómicas mais copiadas e parodizadas ao longo da história do cinema, desde o cinema mudo, consiste em mostrar as personagens a escorregar em cascas de banana. O estereótipo domacaco a comer bananas também é largamente explorado em filmes, animações e histórias em quadrinhos, tendo servido também para manifestações de cariz racista - por exemplo, há registo de pessoas que atiraram bananas a desportistas afro-americanos. A associação aos macacos justifica também o seu uso em jogos como as versões em 3D do Donkey Kong (Nintendo) e doSuper Monkey Ball (Sega).
A banana também é frequentemente relacionada com a America Latina, a exemplo de Carmen Miranda e das canções Yes, nós temos bananas e Chiquita Bacana, ambas de Braguinha e Alberto Ribeiro. Em outras ocasiões (como no filme Bananas, de Woody Allen), o nome refere-se à expressão República das Bananas, que designa um país, geralmente do Caribe ou da América Central, onde há governos ditatoriais, instáveis, corruptos e com forte influência estrangeira.
Na China, o termo banana é usado no calão para designar qualquer pessoa de origem asiática que age como um ocidental (amarelos por fora, brancos por dentro). No Brasil, um gesto considerado obsceno e de mau gosto, denominado "dar uma banana", consiste em apoiar o braço ou a mão na dobra do outro braço, mantendo erguido e de punho fechado o antebraço que ficou livre.
MITOS
Um boato muito divulgado assegura que a casca seca de banana contém uma substância (na verdade, fictícia) designada como "bananadina", que seria alucinogénica quando fumada. Ao contrário de muitos boatos, a origem deste pode ser traçada. Terá tido origem num artigo do jornal "alternativo" Berkeley Barb em Março de 1967, e que foi posteriormente divulgada por William Powell (autor), que acreditou na sua veracidade, incluindo-a no seu The Anarchist Cookbook em 1970.
A canção de sucesso de Donovan, "Mellow Yellow", ao referir-se a uma "banana eléctrica", terá servido de inspiração aos jornalistas do Berkeley Barb que pretendiam, satiricamente, que o governo proibisse a comercialização de bananas. De facto, Donovan referia-se apenas a um vibrador. Contudo, é o próprio autor da canção a referir que o rumor deve ter tido origem no cantor popularCountry Joe McDonald que o começou em San Francisco, uma semana antes da publicação da canção de Donovan. O boato voltou a circular na década de 1980, quando o grupo de punk satírico, The Dead Milkmen voltou a referir numa canção os supostos efeitos do acto de fumar casca seca de banana. O boato levou, mesmo a Food and Drug Administration (FDA) a investigar o caso.
De facto, as bananas contêm triptofano que, quando ingerido, aumenta os níveis de serotonina no organismo (o mesmo efeito doProzac). Tal acção pode originar algumas alterações a nível psicológico (Leathwood and Pollet, 1982), incluindo redução de estados depressivos (Sainio et al., 1996). Do mesmo modo, Xiao et al. (1998) referem que comer duas bananas por dia, durante três dias, aumenta o nível de serotonina no sangue em 16%. Contudo, não há qualquer menção na literatura científica que o triptofano tenha efeitos alucinogénicos; tem sido usado, pelo contrário, para controlar alucinações em pacientes com distúbios mentais (Sainio et al., 1996). Duvida-se também que fumar fosse um método eficaz de administração da substância.
SAFRA
O plantio da banana é feita por mudas, a colheita ocorre do 10º ao 18º mês, dependendo do clima, variedade, fertilidade do solo, estado de sanidade da planta e tratos culturais.
COMÉRCIO
| 10 maiores produtores - 2005 (milhões de toneladas) | |
|---|---|
| 16.8 | |
| 6.7 | |
| 6.4 | |
| 5.9 | |
| 5.8 | |
| 4.5 | |
| 2.2 | |
| 2.0 | |
| 2.0 | |
| 1.6 | |
| 1.6 | |
| Total Mundial | 72.5 |
| Fonte: FAO [1] | |
As bananas constituem o alimento básico de milhões de pessoas em vários países em vias de desenvolvimento. Em determinados países tropicais a banana verde (não madura) é largamente utilizada da mesma forma que as batatas em outros países, podendo ser fritas, cozidas, assadas, guisadas, etc. De facto, as bananas, assim utilizadas são semelhantes àbatata, não apenas no sabor e na textura, como a nível decomposição nutricional ecalórica.
Em 2005, a Índia liderou a produção mundial de bananas, representando cerca de 23% da produtividade mundial - sendo que a maioria se destina ao consumo interno. Os quatro países que mais exportam, contudo, são o Equador, a Costa Rica, as Filipinas, e a Colômbia, que somam cerca de dois terços das exportações mundiais, exportando cada um mais de um milhão de toneladas. De acordo com as estatísticas da FAO, só o Equador é responsável por mais de 30% das exportações globais.
A maioria dos produtores, por todo o mundo praticam, contudo, uma agricultura de baixa escala e de subsistência - consumo próprio e venda e mercados locais. Já que as bananas são uma fruta não sazonal, estão disponíveis durante todo o ano, pelo que podem ser utilizadas durante as estações mais susceptíveis de escassez alimentar - alturas em que o produto de uma colheita já foi consumido enquanto que o produto da seguinte ainda não está disponível. É por esta razão que o cultivo de banana tem uma importância fulcral em qualquer sistema sustentado de luta contra a fome.
Nos últimos anos, a competição a nível de preços por parte dos supermercados tem diminuído ainda mais as já baixas margens de lucro da maioria dos produtores de banana. As principais empresas do ramo, como Chiquita, Del Monte, Dole e Fyffes têm as suas próprias plantações no Equador, na Colômbia, na Costa Rica eHonduras. Tais plantações exigem um grande e intensivo investimento de capital e de "know how" - pelo que os proprietários das grandes e lucrativas plantações se tornam extremamente influentes a nível económico e político nos seus países, em detrimento dos pequenos produtores. Tal situação justifica o facto de as bananas estarem disponíveis como artigo de "comércio justo" em alguns países.
Bananas à venda num mercado, naIlha de Reunião.
O comércio global de bananas tem uma longa história que começou com a fundação da United Fruit Company (hoje, Chiquita), no final do século XIX. Durante a maior parte do século XX, as bananas e o café dominaram por completo a economia de exportação da América Central. Na década de 1930, constituíam mais de 75% das exportações da região, nos anos 60 ainda as preenchiam em 67%. O termo "República das Bananas" tornou-se vulgar, então, para designar a generalidade dos países da América Central, ainda que de um ponto de vista estritamente económico (sem, necessariamente, conotação pejorativa e satírica) apenas a Costa Rica, as Honduras, e o Panamá assim possam ser designados, já que a sua economia é, de longe, dominada pelo comércio da banana.
Muitos países da União Europeia importam, tradicionalmente, muitas das bananas que consomem, das suas antigas colónias das Caraíbas, garantindo-lhes preços acima dos praticados no comércio global. Desde 2005 que tais acordos estão em vias de serem revogados, devido à pressão de grupos económicos poderosos, a maioria dos quais com sede nos Estados Unidos da América. Tal alteração no comércio iria beneficiar os países produtores da América Central, onde várias empresas norte-americanas têm interesses estabelecidos.
USOS E VARIEDADES
Existem quatro padrões ou tipos principais de variedades de banana: a banana-prata; a banana-maçã (de tamanho pequeno e mais arredondada), a Cavendish (também conhecida como banana-d'água ou caturra) e a banana-da-terra.
Entre as bananas de mesa contamos as variedades maçã, ouro, prata e nanica (anã, Dwarf Cavendish ou baé). Esta última deve o seu nome ao porte da bananeira sendo, na verdade, uma banana de grande dimensão. Outras variedades incluem a banana dasCanárias, a banana da Madeira, a Gros Michael, a Latacan, aNanican e a Grande Anã. A variedade Cambuta, como é designada em Cabo Verde, é resistente em climas mais frios, sendo a mais utilizada em zonas subtropicais e temperadas/quentes. A cultivarValery, introduzida pelos portugueses em São Tomé, em 1965 e depois em Angola, onde foi responsável por um surto na produção de bananas neste país até 1974.
A banana, enquanto está verde, é constituída essencialmente porágua e amido, e é por essa razão que o seu sabor é adstringente. No entanto, por essa razão, pode ser utilizada como fonte dehidratos de carbono em diversos pratos. Pode ser produzida farinhaa partir de bananas verdes. À medida que vão amadurecendo, o amido transforma-se em açúcares mais simples, como a glicose e asacarose, que lhe dão o sabor doce.
Além de consumida fresca, a banana é utilizada para diversos fins. Em sobremesas de colher, podemos citar o Banana split, ou mesmo as bananadas, feitas com banana-anã e banana-prata. É ingrediente indispensável na salada de fruta (ainda que oxide facilmente), podendo, ainda, ser utilizada na confecção de sangria. Mas a banana-pão é muito utilizada para outros fins culinários, como na confecção de Banana chips - aperitivo feito com rodelas de banana desidratada ou frita, ou como acompanhamento de diversos pratos tradicionais. As banana-anã e prata são frequentemente servidas cruas, misturadas com arroz e feijão ou outros acompanhamentos. Em alguns locais do Brasil, como emAntonina e cercanias, serve-se banana-terra cozida acompanhando o prato típico da região - o barreado - bem como na forma de "bala de banana". No Rio de Janeiro e emPernambuco, o cozido é composto por carnes, tubérculos elegumes, além de bananas-da-terra e nanica. No sul de Minas Gerais é famoso o virado de banana nanica, que conta também com farinha de milho e queijo mineiro. No litoral norte de São Paulo, o prato principal da culinária caiçara chama-se "azul-marinho" e é constituído por postas de peixe cozidas com banana nanica verde sem casca, acompanhadas de um pirão feito com o caldo do peixe, banana cozida amassada e farinha de mandioca. Esta comunidades também produzem, tradicionalmente,aguardente de banana.
A banana-da-terra e a banana-figo são utilizadas fritas, tal como a banana anã, que deve, contudo, ser preparada à milanesa - isto é, passada por ovo batido e, depois, por farinha de trigo e farinha de rosca antes de ser frita, caso contrário, desmancha-se durante a fritura. A banana anã é ainda utilizada para assar.
A banana-maçã é indicada para problemas intestinais, ao aumentar facilmente o volume da massa fecal, ainda que possa causar obstipação.
A produção de sumo a partir de banana é dificultada pelo facto de se produzir apenas polpa quando o fruto é esmagado. Assim, não é possível obter "verdadeiro" sumo de banana, ainda que a sua polpa possa ser misturada ao sumo de outros frutos. Existem, contudo, sumos fermentados feitos a partir da polpa. Esta pode ainda ser utilizada na confecção de diversas compotas (especialmente com banana-figo e banana-anã).
Existem relatos de que seria usada, esmagada com mel, como remédio contra a icterícia em determinadas regiões asiáticas (onde o rizoma da bananeira é utilizado para o mesmo fim).
É também muito utilizada na alimentação de animais. É proverbial o seu uso na alimentação dos macacos, contudo é importante salientar que a banana jamais deve ser utilizada como única fonte de alimentação de macacos, pois contém pouco cálcio e muito fósforo[1], provocando um desequilíbrio alimentar bastante comum, que prejudica a formação e a manutenção da estrutura óssea dos animais.
FIBRAS
A bananeira tem sido uma fonte de fibra para tecidos de alta qualidade. No Japão, o cultivo de banana para vestuário e uso doméstico remonta pelo menos ao século 13. No sistema japonês, folhas e brotos são cortados a partir da planta periodicamente para garantir a suavidade. Brotos colhidos são cozidos em primeiro em soda cáustica para preparar fibras para fazer fios têxteis. Estes brotos de banana produzem fibras de diferentes graus de maciez, produzindo fios e tecidos com diferentes qualidades para usos específicos. Por exemplo, as fibras ultraperiféricas da brotos são mais rudes, sendo adequados para toalhas de mesa, enquanto as fibras mais suaves da parte interna são desejáveis para quimonos ehakamas. Este tradicional processo japonês de fazer roupas requer muitos passos, todos feitos à mão.[2]
No sistema nepalês, ao contrário, é o tronco que é colhido e pequenos pedaços são submetidos a um processo de amaciamento, extração de fibras mecânicas, branqueamento e secagem. Depois disso, as fibras são enviados para o Vale de Katmandu para uso emtapetes de seda com uma textura semelhante. Estes tapetes de fibra de bananeira são tecidas à mão pelos tradicionais métodos mepaleses e suas vendas são certificadas.
TRANSPORTE E COMERCIALIZAÇÃO
Apesar de consumo prático, o transporte de bananas cria alguns problemas - amadurece rapidamente quando retirada de seu cachoe amassa com facilidade por ter uma casca não muito resistente. Além disso, como é uma fruta muito aromática, transfere o seu odor para objetos que com ela entrem em contato. A maior parte da produção para o mercado interno é constituída por bananas verdes para cozinhar ou banana-pão - as variedades utilizadas como fruta são facilmente danificadas durante o seu transporte, mesmo quando transportadas apenas no seu país de origem.
As cultivares comerciais de sobremesa mais consumidas nas regiões temperadas (espécies Musa acuminata ou o híbridocultígeno Musa X paradisiaca) são importadas em larga escala dostrópicos. São muito populares também devido ao facto de constituírem uma fruta não sazonal, que pode ser consumida fresca durante todo o ano. No comércio global, a variedade cultivar de maior importância económica é, de longe, a bananaCavendish que ganhou em popularidade, durante a década de 1950 à cultivar Gros Michel, depois de esta ter sido dizimada pelo mal-do-panamá, um fungo que atacava as raízes das bananeiras.
Tal como acontece com outros tipos de fruta, é comum que o mercado internacional seja monopolizado por pouco mais que uma cultivar. Isso não se deve, contudo, ao sabor, mas às facilidades de transporte e de duração em armazenamento: de facto, as cultivares mais comercializadas raramente são mais saborosas que outras cultivares menos cultivadas por razões económicas. As infrutescências (cachos) são colhidas quando estão plenamente desenvolvidas, se se destinarem ao mercado interno. Se forem para exportação, são colhidas ainda verdes e com cerca de 3/4 do tamanho que poderiam atingir, amadurecendo em armazéns destinados para esse efeito no país onde serão consumidas. O momento da colheita exige grandes cuidados de modo a não machucar as bananas que perdem atractividade e qualidade se apresentarem manchas provocadas pelos choques. Os cachos são, então, despencados, ou seja, separados nas pencas que os constituem, rejeitando-se as pencas das extremidades (cerca de 25% da produção), por serem mais sujeitas aos choques durante o seu transporte, bem como pela sua forma e tamanho pouco adequado para a comercialização e para um eficaz acondicionamento. Estes excedentes podem ser utilizados pela indústria transformadora de alimentos, na produção de "purés", polpas para a confecção de sumos (fermentados ou não) ou na alimentação de animais. Em muitos casos, os excedentes são, simplesmente, deitados fora. As pencas são postas, então, em repouso para que exsudem a seiva em excesso, sendo depois lavadas e mergulhadas numa solução fungicida que evitará o apodrecimento a partir dos cortes. As pencas podem ainda ser cortadas em grupos mais pequenos (clusters) de modo a aumentar a quantidade de fruta embalada por unidade de volume, geralmente em caixas de cartão que podem ser envolvidas por sacos de polietileno e que são embarcadas, salvo raras excepções, nos chamados "barcos fruteiros". Para retardar o amadurecimento, é necessário renovar o ar no local de transporte, para retirar o etileno, hormona produzida pelo metalismo das bananas e que acelera a sua maturação.
Para induzir o amadurecimento das bananas, o ar do armazém pode ser rarefeito e preenchido por etileno. Contudo, se o fruto for comercializado verde, permitindo a maturação mais lenta, o sabor tornar-se-á mais agradável, com polpa firme, ainda que a casca possa ficar manchada e amarelo escura ou castanha. O sabor e a textura das bananas são, assim afectados pela temperatura a que amadurecem. Durante o transporte, são expostas a uma temperatura de cerca de 12°C e a uma humidade relativa próxima da saturação. A temperaturas mais baixas, contudo, a maturação é definitivamente travada e as bananas tornam-se cinzentas.
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